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Carlos Costa
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« Responder #2 em: 01 de Julho de 2010, 20:27 » |
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Ex.mo Senhor associado Vitalino Gomes. Enquanto (e só enquanto) Presidente do Conselho Fiscal da ACF, forço-me a recordar-lhe que o assunto aqui abordado por V. Ex.a, e que também me foi endereçado por e-mail, não se enquadra no âmbito das responsabilidades adstritas ao Conselho Fiscal da ACF. Pelo que, não pretendendo cometer qualquer acto de ingerência nos restantes órgãos sociais da ACF, ou embarcar em manobras de bastidores ou de conflito pessoal, não só não lhe respondo ao e-mail, como o desautorizo a voltar a usar os meus contactos pessoais para qualquer das finalidades. Agora, enquanto fidalbaiqueista, no pleno uso dos seus direitos de sócio (e só estes), não vejo porque me conter no comentário aqui dirigido à universalidade dos sócios da ACF e de lhe responder nos termos seguintes: a) Na ACF de hoje, não vigora o acto dejecto da censura que era apanágio de outras direcções. Pelo que é aqui o lugar certo para que sejam abordados todos os assuntos que digam respeito ao clube. b) Que eu me recorde, o termo "traidores" usado por mim para associar determinados sócios ao acto lesivo e irresponsável que infringiram à ACF não distingue ninguém em função de qualquer amizade ou simpatia pessoal, mas tão só em função do acto que lhes é associado. c) Obviamente que também não meto toda a gente no mesmo saco. Distingo perfeitamente os impulsionadores dos meros seguidistas. Os de responsabilidade maior dos de responsabilidade menor e os de responsabilidade nenhuma. d) Fora deste meu contexto de "traidores", facilmente se perde a razão. E V. Ex.a perdeu-a no aniversário da ACF de há dois anos, onde esta gente se apresentou, comandada pelo principal responsável, num acto provocatório e insultuoso com o equipamento de outra associação a comemorar o aniversário da ACF e foi recebida de braços abertos por V. Ex.ª. Como bem, se recordará. Senhor Vitalino Gomes. Já declinei o convite inicialmente aceite para a direcção do Fidalbyke quando me apercebi do tipo de gente que nela estava envolvida. Já ponderei a demissão de sócio por falta de identidade com os valores que o clube trilhou no passado. Considero-me por isso, contrariamente aos sinais que por aí vão surgindo, incluindo os de V. Ex.ª, enxuto de qualquer interesse pessoal no clube. Nem eu preciso do Fidalbyke, nem o Fidalbyke precisa de mim para nada. É nesta liberdade de interesses que defendo as cores do Fidalbyke. Embora não o refira claramente, creio que aborda aqui o tempo em que se impôs à frente dos destinos do clube. Sempre o disse e repito-o: deveriam ter sido convocadas eleições. O problema é quem é que as iria ganhar! Tal como veio a acontecer. Por fim, quanto à intolerável ameaça de tomar medidas que faz à direcção, forço-me também a recorda-lo do trabalho, do rigor, da transparência e da competência desta direcção, o que lhe valeu a justiça que os sócios lhe prestaram de, na última Assembleia Geral, terem louvada esta direcção por aclamação. E até lhe dou um exemplo. Esta direcção teve a coragem de exigir a um ex-membro da direcção que teve o descaramento de se fazer passar por presidente da ACF enquanto de surdina dava t-shirts aos amigos, que as pagasse. E, sem querer entrar na área do Senhor Presidente da Assembleia Geral, enquanto representante de todos os sócios, completo-o na recordatória que, mais conhecido ou não, mais popular ou não, V. Ex.ª enquanto sócio vale tanto quanto eu ou como o mais modesto ou anónimo dos sócio. Isto é: Um singelo voto. Fidalbyke sempre. Mas FidalbYke.
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